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Resident Evil: Degeneração

clip_image002 Normalmente quando se tem em mãos um filme usando atores reais e outro em animação gráfica se escolhe ver o primeiro por... Sei lá... Bom senso?! Bem, esse não é o caso, pelo menos para mim, quando se trata das sequências de Resident Evil. Isso pelo fato de que prefiro indiscutivelmente ver Resident Evil: Degeneração umas 20 vezes ao assistir as produções e continuações dos filmes toscos de zumbis que nasceram do caso romântico entre Paul W.S. Anderson e Milla Jovovich. Na verdade, nem considero os filmes dessa dupla como parte integrante do universo sensacional de Resident Evil construído para os games.
Mas, o que é exatamente “Resident Evil”? Bem, não sei se posso dar uma descrição exata e resumida sem esquecer alguns importantes acontecimentos e personagens, mas posso tentar:

GTA e a ética nos jogos eletrônicos

Verceti
Atualmente, pessoas com mais de vinte anos, geralmente, quando pensam em diversão na infância, lembram-se das brincadeiras com seus colegas no meio da rua. Correndo ou parado, o ápice era todo o pessoal junto, na rua, só para ter a sensação de liberdade.

Nos tempos atuais a coisa mudou um pouco. A maioria das crianças preferem ficar trancadas na frente de uma TV, seja assistindo desenhos animados ou se divertindo com jogos eletrônicos. Nada contra jogos eletrônicos, particularmente, sou muito fã deles.

Mas deve haver um limite, como para todas as outras coisas também há um limite, a fisiologia humana nos impõe esses limites. Não podemos fazer tudo e qualquer coisa a qualquer tempo que quisermos. Nosso corpo tem limites e devemos respeitá-los para vivermos bem.

Max Payne

imageA história que culminou em grande sucesso no universo dos games foi elaborada por Sam Lake e desenvolvida inicialmente pela empresa finlandesa Remedy Entertainment e pela 3D Realms, a partir do ano de 1997. O enredo tão bem conhecido dentre os consumidores do jogo apresenta uma história que se baseia na perda da vida feliz ao lado de uma típica e bela “família americana” e na vingança sem limites de um promissor policial. Como se deu essa passagem dos games para as telonas sob a direção de John Moore é o objeto primordial a que irei me basear daqui pra frente.

Tipicamente, o consumidor de games necessita de uma boa justificativa que “compense” as mortes virtuais que irá causar a partir do início da empreitada para zerar determinado jogo. Não muito diferente é o consumidor de filmes, que se agarra em uma personificação do bem para justificar qualquer atitude “fora da lei” do seu mais novo herói. No game, O detetive Max Payne perde tudo. Não pode fazer absolutamente nada para evitar o trágico assassinato de sua esposa Michelle e seu bebê.